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Birigui amplia vistorias em palmeiras e vê queda na presença do barbeiro

Sete locais foram inspecionados neste ano e apenas cinco palmeiras apresentaram o inseto; cidade não registra captura contaminada há 25 anos

Publicado em 28/07/2026 às 05:32

Como parte das ações de vigilância, três palmeiras da Praça James Mellor receberam armadilhas para captura de insetos entre os dias 15 e 22 de julho (Foto: Secom-PMB)

A Prefeitura de Birigui intensificou em 2026 as ações de monitoramento do triatomíneo, o popular bicho barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas. O município ampliou os pontos de inspeção em palmeiras e colhe resultados animadores. Há mais de 25 anos Birigui não registra a captura de insetos contaminados.

Neste ano, sete locais foram vistoriados, com aproximadamente 179 palmeiras pesquisadas. Desse total, apenas cinco apresentaram a presença do inseto, número bem menor do que o verificado em anos anteriores.

A pesquisa de 2026 percorreu a Praça James Mellor, a EM Profº Roberto Clarck, a Praça Governador Pedro de Toledo, a Praça Plácido Negrucci, a Avenida Nelson Calixto, a Praça Américo Fiorotto e a SP Águas, Agência de Águas do Estado de São Paulo, pela Diretoria de Bacia do Baixo Tietê, antigo DAEE.

A comparação com os levantamentos passados ajuda a dimensionar a melhora. Em 2025, o trabalho abrangeu cinco pontos da cidade, com cerca de 150 palmeiras inspecionadas e 23 registros positivos. Em 2023, também em cinco locais, foram pesquisadas aproximadamente 156 palmeiras, das quais 72 apresentaram a presença do barbeiro. Em 2024 a pesquisa não foi realizada.

Como parte das ações de vigilância, três palmeiras da Praça James Mellor receberam armadilhas para captura de insetos entre os dias 15 e 22 de julho. O material coletado foi encaminhado ao laboratório de Mogi Guaçu para análise da presença de predadores naturais do barbeiro.

Fonte: PC com informações da Secom/PMB

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